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Exploit Byepervisor Reborn rompe o hipervisor do PS5 até a versão 13.60

Exploit publicado pelo grupo PS5Dev mira desenvolvedores e já serve de base para Linux no console; versões 14.00 e 14.10 não são atingidas

Por Redação NerdQG2 min de leitura
PS5
Imagem: Divulgação / Sony (imagem ilustrativa)

O grupo PS5Dev publicou em 12 de outubro o Byepervisor Reborn, um exploit que dá acesso ao hipervisor do PS5, a camada de software que fica acima do próprio sistema e protege as partes mais sensíveis do console. Segundo a documentação do projeto, citada pela Wccftech, a versão inicial funciona nos firmwares 13.60 e 13.20, tem uma configuração não testada para a 13.00 e, em teoria, a falha existiria desde a série 6.xx.

O nome remete a um exploit anterior de mesmo nome, que também se aproveitava do modo de repouso. Desta vez, de acordo com a Wccftech, o problema está na forma como o PS5 volta do modo de repouso: nesse momento, uma configuração insegura permite ler e gravar na memória do hipervisor e desligar a proteção que impede o núcleo do sistema de ser copiado e alterado. O texto do projeto credita a descoberta inicial da falha ao pesquisador TheFloW.

Os próprios autores avisam que o lançamento não serve para o jogador comum. Não há pacote pronto para rodar aplicativos não oficiais: o exploit é uma base para outros desenvolvedores trabalharem em cima. Ele também depende de um desbloqueio do núcleo do sistema já em funcionamento, o que hoje só existe publicamente até a versão 13.60.

O primeiro uso concreto apareceu dias depois. Segundo a Notebookcheck, o projeto pLinux5-NG passou a iniciar distribuições Linux, como Ubuntu e CachyOS, em consoles com firmware até 13.60, combinando o Relapse com o Byepervisor Reborn. Até então, o carregador de Linux mais conhecido exigia consoles parados entre as versões 3.00 e 7.61. O projeto ainda é tratado como experimental.

A brecha não alcança quem atualizou o console. A Sony lançou a 14.00 em setembro e a 14.10 em 1º de outubro, esta com correções de segurança declaradas nas notas oficiais. De acordo com a Wccftech, os desenvolvedores dizem que o método poderia ser adaptado à 14.00, mas não há implementação publicada nem desbloqueio público do núcleo para essa versão.

Para o leitor brasileiro, vale o alerta de sempre. Manter o PS5 atualizado fecha a falha, e o acordo de licença do sistema proíbe ferramentas que contornem a segurança do console: a Sony pode suspender o aparelho na PSN, cancelar o acesso à rede e negar garantia ou reparo. Mexer no hipervisor ainda traz risco de travamento, e a própria documentação do projeto descreve o desligamento do console quando o exploit falha.

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Texto produzido com apoio de inteligência artificial e revisado pela redação do NerdQG antes da publicação.

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